A primeira impressão é a que fica
O visual merchandising une o tema e o conceito da marca e tem como meta criar identidade logo no primeiro olhar.
Nos dias de hoje os consumidores procuram nas lojas mais do que produto: querem um conceito de vida, uma história. Portanto, os comerciantes de jóias devem se valer menos do argumento de que a jóia é eterna e ancorar sua estratégia de vendas na tentativa de criar identidade junto à clientela. Para conquistar o cliente é preciso oferecer um espaço acolhedor, funcional, sensorial e bem projetado. Devemos tentar desvendar o mistério que encerra as razões pelas quais, em um primeiro momento, gostamos ou não de um lugar ou de uma pessoa.
O efeito lucrativo de um Visual Merchandising correto impacta até mesmo a venda das marcas próprias de supermercados e farmácias, sendo que esses produtos costumam ter um aspecto de commodity que é difícil destacar dentre tantos outros, precisando competir violentamente pela atenção reduzida do consumidor. Visual Merchandising hoje é uma prática que envolve variadas ações no ponto de venda, incluindo não só a produção de quiosques, displays (estáticos e digitais), banners (de vinil, tecido, duraflex), etiquetas, menus, painéis de parede, teto e empena, como ainda toda a exposição de mercadorias nas prateleiras, estudada sistematicamente para impulsionar as vendas.Num primeiro momento, o cliente é atraído pela fachada e pela vitrine, encontrando nas jóias expostas um conceito estimulante para ele. Depois, entra na loja e percebe que o ambiente é coerente com o que ele viu lá fora.
Os detalhes têm que estar em perfeita harmonia, tendo como fio condutor determinante o conceito da marca e o público-alvo que se pretende atingir. Estes dois fatores norteiam todas as decisões sobre o visual merchandising.
Assim, Merchandising é uma das últimas etapas do marketing e significa colocar o cliente frente a frente com o produto.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Fundamentos do Design
Identidade Visual
Normas para o Sistema de Identidade Visual: A marca
. Logótipo
. Dimensões máximas e mínimas
. Área de Envolvimento
. Aplicação do Logo em fundo monocromático
. Aplicação do logo em fundos de cor
- Conceito: deve transmitir conceitos subjetivos de qualidade e excelência da empresa, também deve transmitir ao público a idéia explícita ou implícita sobre a marca. O significado do logotipo deve ser de fácil compreensão e assimilação, uma vez que o logotipo é a identidade da empresa.
- Legibilidade: fácil leitura e compreensão. O uso de efeitos muito elaborados deve ser evitado, porque o logotipo deve ser legível, claro, marcante mas sem excessos e de reprodução facilitada para diversos meios e tamanhos.
- Contemporaneidade: deve-se observar as mudanças de comportamento da sociedade e os reflexos que essas mudanças causam na comunicação. Não se vá pelos modismos, “as boas idéias resistem as tendências desaparecem”.
- Personalidade: a originalidade é que fará a diferença frente às outras empresas. Ao buscar a originalidade, não perca o significado.
- Pregnância: facilidade na memorização da marca, fazendo com que ela fique mais tempo em evidência na cabeça do consumidor e da concorrência.
- Uso: flexibilidade na aplicação em diversos meios de comunicação faz com que a marca se mantenha atual por muito tempo.
. Logótipo
. Dimensões máximas e mínimas
. Área de Envolvimento
. Aplicação do Logo em fundo monocromático
. Aplicação do logo em fundos de cor
- Conceito: deve transmitir conceitos subjetivos de qualidade e excelência da empresa, também deve transmitir ao público a idéia explícita ou implícita sobre a marca. O significado do logotipo deve ser de fácil compreensão e assimilação, uma vez que o logotipo é a identidade da empresa.
- Legibilidade: fácil leitura e compreensão. O uso de efeitos muito elaborados deve ser evitado, porque o logotipo deve ser legível, claro, marcante mas sem excessos e de reprodução facilitada para diversos meios e tamanhos.
- Contemporaneidade: deve-se observar as mudanças de comportamento da sociedade e os reflexos que essas mudanças causam na comunicação. Não se vá pelos modismos, “as boas idéias resistem as tendências desaparecem”.
- Personalidade: a originalidade é que fará a diferença frente às outras empresas. Ao buscar a originalidade, não perca o significado.
- Pregnância: facilidade na memorização da marca, fazendo com que ela fique mais tempo em evidência na cabeça do consumidor e da concorrência.
- Uso: flexibilidade na aplicação em diversos meios de comunicação faz com que a marca se mantenha atual por muito tempo.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Branding e design
O branding irá construir e decidir a imagem e posicionamento proposto para a marca. O design vai passá-las de forma atraente, clara e tangível aos diversos públicos. Com isto a competição entre o branding e o design vem ganhando força no mercado de comunicação e marketing. Primeiro que identidade visual, embalagem, ou qualquer outro tipo de manifestação visual, que seja feita sem um propósito, não se pode chamar de design. O design não é apenas a preocupação com a estética visual, mas também com a mensagem e o resultado que aquela peça irá causar nas pessoas.Muito menos se pode dizer que estão fazendo branding. Pois justamente é o branding que irá construir e decidir a imagem e posicionamento proposto para a marca, deixando a responsabilidade para o design de passá-las de forma atraente, clara e tangível aos diversos públicos. Assim, um bom design dá conta do recado quando conhece o posicionamento da marca, mas branding não se faz sem design...
Os desafios do designer
O trabalho de criação também está mudando. Processos lineares em que cada equipe é responsável por apenas uma etapa do projeto deixam de existir. Hoje os projetos são desenvolvidos em paralelo e a criação é feita simultaneamente, o que exige um grau de preparação e planejamento maior.
No design tradicional, o foco dos processos estava na resolução de problemas, enquanto no design atual a resolução de problemas sempre está associada à geração de oportunidades. Com isso, o designer agora não deve focar no que o cliente ou usuário pediu, mas sim no que o cliente ou usuário precisa.
O designer já não trabalha mais sozinho: agora precisa lidar com planejamento, equipes interdisciplinares e ganhar versatilidade para trafegar por outras áreas de atuação.
No design tradicional, o foco dos processos estava na resolução de problemas, enquanto no design atual a resolução de problemas sempre está associada à geração de oportunidades. Com isso, o designer agora não deve focar no que o cliente ou usuário pediu, mas sim no que o cliente ou usuário precisa.
O designer já não trabalha mais sozinho: agora precisa lidar com planejamento, equipes interdisciplinares e ganhar versatilidade para trafegar por outras áreas de atuação.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Design
A formação acadêmica é essencial na construção de uma carreira?
Dentre as profissões que hoje despertam mais interesse, está a de Desenhista Industrial, ou designer, fato comprovado pelo alto número de candidatos por vaga nos vestibulares.
A formação acadêmica é importante porque oferece a oportunidade de se estar em contato com um mundo de menções pertinentes à sua profissão. Ela serve como uma fonte de referências e experimentação, aprendizado técnico, teórico e criativo, provendo contato com colegas, designers, professores e profissionais. Deve-se aproveita-la ao máximo, desenvolvendo técnicas e fomentando o pensamento crítico, por meio de uma intensa troca de informação. Tudo é informação, seja ela visual ou cultural, que se torna subsídio para enriquecer seu trabalho.
Segundo Freddy Van Camp, “A escola serve como uma referência, como uma queima de etapas, como uma sistematização de formação do profissional, como um elemento comparativo de suas capacidades em relação aos colegas, uma importante fonte de informação e crítica para construção de uma carreira, agora e no futuro.”
Nesses tempos onde a internet disponibiliza informação globalizada, a formação contínua é a única que pode nos garantir flexibilidade perante mudanças.
Eduardo Vieira
Editor do seu Guia de Design na Internet
Dentre as profissões que hoje despertam mais interesse, está a de Desenhista Industrial, ou designer, fato comprovado pelo alto número de candidatos por vaga nos vestibulares.
A formação acadêmica é importante porque oferece a oportunidade de se estar em contato com um mundo de menções pertinentes à sua profissão. Ela serve como uma fonte de referências e experimentação, aprendizado técnico, teórico e criativo, provendo contato com colegas, designers, professores e profissionais. Deve-se aproveita-la ao máximo, desenvolvendo técnicas e fomentando o pensamento crítico, por meio de uma intensa troca de informação. Tudo é informação, seja ela visual ou cultural, que se torna subsídio para enriquecer seu trabalho.
Segundo Freddy Van Camp, “A escola serve como uma referência, como uma queima de etapas, como uma sistematização de formação do profissional, como um elemento comparativo de suas capacidades em relação aos colegas, uma importante fonte de informação e crítica para construção de uma carreira, agora e no futuro.”
Nesses tempos onde a internet disponibiliza informação globalizada, a formação contínua é a única que pode nos garantir flexibilidade perante mudanças.
Eduardo Vieira
Editor do seu Guia de Design na Internet
